
domingo, 27 de janeiro de 2019
quarta-feira, 16 de janeiro de 2019
Falando de educação
Atualmente
tenho visto com muita preocupação muitas pessoas falando de educação,
especialmente depois da mudança no governo federal e nos governos estaduais
nesse início de 2019.
Isso não é novidade, afinal a educação sempre foi e
continua sendo um dos temas mais falados seja no cotidiano das pessoas, em casa
na família, no trabalho, no meio político, no meio empresarial, etc.
O problema não é falar de educação, o problema é que
muitos profissionais sem a devida formação profissional quererem opinar sobre a
educação escolar e sobre como deve ser a gestão da educação, como os
professores devem atuar, como devem ensinar, dentre outras particularidades.
Comentar sobre a educação de modo básico, corriqueiro e
comum é importante para que possamos conscientizar as pessoas ao nosso redor
sobre a importância que a educação possui em nossa sociedade, o direito de
expressão é garantido a todos os cidadãos brasileiros.
Porém, fazer educação escolar não é uma coisa tão simples
como parece. Discutir políticas públicas de educação, opinar sobre a legislação
educacional, avaliar a qualidade do trabalho de um professor, avaliar a
aprendizagem dos alunos, comentar formação de professores, falar sobre o desempenho
das escolas e redes de ensino, discutir a qualidade de materiais didáticos,
avaliar instrumentos e métodos de avaliação educacional, definir currículo, etc.,
exige um conhecimento específico e aprofundado sobre a determinada temática que
se deseja.
Infelizmente a educação brasileira ao longo da história
foi e, infelizmente, continua sendo um campo de disputas políticas sem o real entendimento
de que ela deve ser respalda por políticas de Estado e não por ações políticas
partidárias.
Muito me estranha médicos, advogados, administradores
públicos, gestores empresariais, economistas, engenheiros, militares, dentre
outros diversos profissionais quererem e, o pior, estarem opinando sobre temáticas
tão complexas como é o caso dos diversos temas relacionados à educação. E o
mais complicado dessa situação é que muitos dos profissionais com essas
formações de outras áreas do conhecimento são aqueles que estão criando e
tentando, por todo o Brasil, implementar políticas educacionais, que segundo
eles visam à melhoria da qualidade da educação, são os gestores das secretarias
municipais e estaduais de educação, são ocupantes de cargos do escalão mais
elevado da educação brasileira.
Assim como falar de doenças, suas causas e consequências requer
um conhecimento específico e aprofundado da temática, assim como falar de
indicadores econômicos necessita de um conhecimento teórico que respalde a referida
argumentação, as discussões sobre as temáticas educativas, sobre as escolas, e
sobretudo sobre o trabalho docente necessitam, mais do que em outros tempos, de
um olhar técnico sobre as diferentes interfaces da educação.
As contribuições de todos os colegas das diversas áreas do
saber são bem-vindas nas discussões das políticas e da gestão educacional,
porém, tal como a palavra final sobre um laudo de saúde é do médico, tal como é
o advogado que sustenta a defesa do seu cliente, que seja respeitado o papel do
professor, do pedagogo e dos demais profissionais da área de educação na
formulação das políticas públicas de educacionais. Afinal, foram eles que estudaram
para educar a sociedade e para gerir os processos educativos, são eles que
conhecem a realidade das escolas e salas de aulas Brasil afora. Infelizmente,
na maioria das vezes os educadores recebem as decisões curriculares, operacionais,
didáticas e políticas que envolvem seu trabalho de cima para baixo sem a devida
participação no processo de discussão dessas decisões.
O princípio da gestão educacional democrática consagrado
na Constituição Federal de 1988 e na LDB de 1996 ainda não é de fato uma
realidade no cenário educacional brasileiro.
É preciso que os educadores brasileiros se unam para que
tenham seus direitos e prerrogativas profissionais garantidos e que então seja
possível uma educação de fato pensada por aqueles que efetivamente se dedicam
ao fazer educativo em nosso país.
É urgente que os políticos brasileiros compreendam que as
discussões sobre as questões educacionais devem ser realizadas pelos
profissionais que de fato entendem de educação. Faz-se necessário que os cargos
públicos de gestão educacional independentemente do nível e esfera governamental
sejam ocupados por pessoas devidamente formadas na área de educação e que
tenham vivência e experiência de sala de aula, de educação básica, de trabalho
docente, pessoas que tenham visão pedagógica e queiram uma educação de
qualidade para todos.
Como se diz popularmente: falar, até papagaio fala. Porém,
o importante é falar com embasamento técnico, legal e sobretudo com
conhecimento da realidade.
Somente
a educação pode transformar a realidade social do nosso Brasil.
sábado, 5 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Vídeos interessantes sobre a Web 2.0 na Educação
Vale a pena assistir os vídeos abaixo para se ter uma melhor ideia das potencialidades da Web 2.0 tanto para a vida pessoal como para o uso profissionalmente na educação.
Postem seus comentários sobre os vídeos.
domingo, 29 de setembro de 2013
Indicações de livro sobre TIC
Segue algumas indicações muito interessantes para quem gosta de estudar as TIC.
Essas duas obras da autora Vani Moreira Kenski auxiliam e muito na compreensão sobre a temática das TIC e suas relações com a educação.
Elas podem ser encontradas por um preço bem interessante em www.relativa.com.br
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Web 2.0 e educação
A web 2.0 diz respeito à um conjunto de recursos tecnológicos que fazem uso da internet para garantir um melhor aproveitamento das potencialidade que a rede mundial de computadores pode oferecer.
Segundo Mattar e Valente (2007) a Web 2.0 é a mudança para uma internet como plataforma, pois utilizando os seus recursos é possível uma comunicação mais eficaz e rápida além de usar a internet como ferramenta para armazenamento de dados e informações e para fazer cópias e ter acesso à conteúdos de qualidade.
Na educação diversas ferramentas web 2.0 podem ser utilizadas para potenciar o ensino e as formas diferenciadas como o estudante pode ter acesso ao conhecimento.
Consequentemente, o uso da web 2.0 é uma ótima forma de levar o educando à própria construção do conhecimento.
Dentre os diversos recursos que podem ser utilizados na educação destacam-se as ferramentas de comunicação como o MSN e Skype (comunicação instantânea) e os blogs, os sites de relacionamentos como o orkut, o facebook e outro recurso web 2.0 que está modificando de forma significativa as formas de ensinar pela internet são os ambientes virtuais de aprendizagem (AVAs).
Dentre os AVAs mais populares o destaque é para o moodle, por se tratar de um sistema de código aberto, de fácil utilização e manuseio.
De um modo geral a web 2.0 tem muito a oferecer para os educadores, basta usar a critividade e mãos na massa.
De um modo geral a web 2.0 tem muito a oferecer para os educadores, basta usar a critividade e mãos na massa.
Cícero Barbosa da Silva
Assinar:
Postagens (Atom)





